quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Já não sou um rapaz nem ainda um homem




Já não sou um rapaz,
Nem ainda um homem.
É o vento que leva e trás
O ser que eu fui ontem.

Estou entre ambos.
Tudo o que preciso é tempo
Longe de todos.
Quando me sento,
Vejo o brilhar dos meus olhos.

Penso e vou pensando
A vida segue e vai seguindo
As aves vão cantando,
O meu sorriso vai sumindo.
O canto das aves vai perecendo,
O brilho dos meus olhos, morrendo.

Já não sou um rapaz,
Nem ainda um homem.
É o vento que leva e trás
O ser que eu fui ontem.

Já não precisam de me proteger,,
Um dia… eu irei crescer.
Minh´alma nunca irá percer,
O meu espírito não irá desaparecer.

Já não sou um rapaz,
Nem ainda um homem

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